O Grupo de Trabalho Saúde Caixa retoma a análise de dados do plano na reunião desta quinta-feira (25), às 14h. O objetivo do grupo é apresentar propostas para manter um formato de gestão e custeio que seja sustentável e acessível para todos os empregados. O grupo também está em processo de contratação de um assessor atuarial para auxíliar na análise dos dados.

A Caixa apontou que pretende cumprir integralmente as diretrizes impostas pelo governo e pela direção do banco, que retiram direitos dos empregados. Uma delas é a alteração no Estatuto da Caixa, que impõe um teto de 6,5% da folha com despesas assistenciais e administrativas. A outra é a CGPAR 23 – dentre as restrições que podem inviabilizar a existência dos planos de saúde das estatais, a resolução determina um percentual máximo de 50% de contribuição da Caixa no custeio do plano, alterando o formato atual, que é de 70%/30%.

Os integrantes que representam os empregados reforçam a importância da mobilização das entidades e de todos os trabalhadores para reverter essas medidas. “Algumas diretrizes, como a CGPAR 23, afetam não só o Saúde Caixa mas os planos de saúde de todas as estatais. Existe, inclusive, questionamento na Justiça e no Congresso sobre estas determinações. Por isso ressaltamos que o engajamento dos empregados é determinante para mudar este cenário e manter o Saúde Caixa, que é uma das maiores conquistas dos empregados”.

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