Brasileiros rejeitam privatização da Caixa e de outras empresas públicas

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A quarta edição da pesquisa mensal da Revista Fórum foi realizada entre os dias 14 e 17 de julho e ouviu 1000 brasileiros sobre a privatização das empresas públicas. Como em outras pesquisas, o resultado mostrou que a maior parte da população brasileira se posiciona de forma contrária à privatização das principais empresas brasileiras, como a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e a Petrobras.

A empresa que tem a maior rejeição contra a privatização é a Caixa Econômica Federal, 60,6%. A favor são 39,4%. A rejeição à privatização do Banco do Brasil, também é alta, de 57,8%. A favor da entrega do banco para o capital privado são 42,2%. A rejeição à privatização da Petrobrás é de 57% e 43% é a favor.

Para a coordenadora do Comitê em Defesa das Empresas Públicas, Rita Serrano, ao anunciar a retomada do processo de privatização das empresas públicas o governo vai contra o desejo da maioria da população brasileira.

“A rejeição à privatização dessas empresas, ela se mantém. No caso da Caixa a rejeição ainda maior é em decorrência de que é um banco público – e o auxílio emergencial provou isso – que está na vida, no cotidiano das pessoas. Só agora, com o pagamento do auxílio emergencial, o FGTS e o benefício emergencial, estão passando pela Caixa121 milhões de brasileiros, praticamente metade da população brasileira”, afirmou ela, que também é representante dos Empregados no Conselho de Administração (CA) da Caixa.

Rita Serrano disse que essa conscientização também vem do intenso trabalho realizado por entidades, movimentos sociais e empregados do banco que debatem na sua atuação a importância da Caixa para o desenvolvimento do país.

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 17 de julho e ouviu 1000 pessoas de todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,2 pontos porcentuais, para cima ou para baixo. O método utilizado é o de painel online e a coleta de informações respeita o percentual da população brasileira nas diferentes faixas e segmentos.

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